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terça-feira, 9 de maio de 2017

MAIS UM PARA A COLEÇÃO

Por Amanda Manequini

A impunidade corrói a democracia e deixa um rastro de insegurança na sociedade. A concessão de habeas corpus, dada ao goleiro Bruno Fernandes, acusado no assassinato de Eliza Samudio, virou alvo do debate sobre a funcionalidade da democracia brasileira.

Tecnicamente falando, o regime semiaberto, ao qual ele está submetido atualmente, está preceituado na legislação. Contudo, se levarmos em conta que o tempo para progressão de seu julgamento foi exaurido, percebemos quão desamparada está a justiça. Mesmo com todo o holofote midiático voltado para o envolvimento do ex-goleiro do Flamengo no crime, o Estado não conseguiu apresentar uma decisão num tempo razoável.

A polêmica soltura foi assinada pelo ministro do STF, Marco Aurélio Mello, que assinou também a liberação de Suzane Von Richthofen (condenada por matar os pais), o que contribuiu mais ainda na discussão. 
Além de uma justiça eficiente, esperava-se que o time, que atualmente está contratando o goleiro, se mostrasse preocupado com sua situação docondenado. Enquanto isso, a família da ex-modelo, observou a declaração do novo goleiro do Boa Esporte. Nela, Bruno disse friamente que uma prisão perpétua não traria a vítima de volta. 
Resta à sociedade mostrar seu inconformismo, e ao Estado, o papel de estimular a denúncia de casos de violência física e psicológica contra a mulher, para que não surjam casos parecidos. A proporção que o fato tomou deveria servir de estímulo e não como mais um exemplo de impunidade para nossa coleção.

AMANDA MANEQUINI é estudante da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Cooperativo de Presidente Prudente e também colaboradora do nosso Blog.

terça-feira, 12 de abril de 2016

terça-feira, 17 de novembro de 2015

ÁRVORE GENEALÓGICA DO SÉCULO XXI


Por Julio César Gonçalves

Numa dessas zapeadas pelos sites de notícia na internet, uma manchete me chamou a atenção e me fez pensar: "Bebê de SC poderá ter pai, duas mães e seis avós na certidão". A notícia trata de uma liminar da Justiça de Florianópolis que permitiu registro dos nomes na certidão de nascimento (segundo o portal de notícias G1), das mães - duas mulheres em união homoafetiva estável; do pai, que aceitou se relacionar com uma delas para procriar; e dos pais de cada um deles, portanto, dos avós. Tal decisão leva em consideração as novas formas de composição da família na atualidade.
Do ponto de vista jurídico traz desafios novos, tais como a necessidade de repensar o direito sucessório, por exemplo. Também denota que nossa sociedade está, de fato, passando por profundas transformações em suas estruturas mais tradicionais. 
Do ponto de vista social, acredito ainda não ser possível fazer alguma asserção acerca dos resultados dessas mudanças, afinal o passado ainda não passou e o futuro ainda está por vir...

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

ALZHEIMER


Por Fernando Luiz Teixeira

Números expressivos oferecidos pelo IBGE, no último censo, atestam que a população brasileira está envelhecendo. Sublinham que, ao contrário de décadas anteriores, cada vez mais homens e mulheres têm chegado aos setenta, oitenta anos. As porcentagens mostram-se louváveis. Preocupante mesmo são as condições para atender a esse segmento. Volta e meia, a infraestrutura das metrópoles mais exclui que inclui. O descaso predomina nas ruas. Índices de violência doméstica também saltam aos olhos. E os asilos se tornam espaços privilegiados para que filhos e netos possam, enfim, esquecê-los. Entre os impasses enfrentados, talvez o maior ainda seja a insensibilidade. Há um punhado de piadas que tripudiam os dilemas vivenciados na senectude. A sexualidade quase sempre é abordada a partir de um tom de deboche. Isso sem contar que parte expressiva dos jovens parece menosprezar a capacidade intelectual  do idoso. Por pressa ou pura intolerância, demonstram pouca paciência e atropelam seu tempo para desenvolver certas atividades. Tempo esse que se encontra comprometido em razão das limitações do organismo impostas pela própria idade. 
Os problemas tomam proporções bem mais sérias quando o idoso, pelo fato de não ter conseguido garantir certa estabilidade durante a juventude, se vê à mercê dos familiares. Para se manter, precisa ainda exercer alguma atividade remunerada. O mercado de trabalho, no entanto, ocupa-se em deixar profissionais mais experientes de lado. São praticamente escassas as possibilidades de emprego para aqueles com mais de cinquenta anos.
Lamentáveis são também os casos em que muitos parentes se apropriam da aposentadoria de pais e avós para o benefício próprio. A fim de contornar esse impasse, os atuais processos de interdição revelam-se bastante criteriosos. Ao final de cada ano, devem-se reunir os comprovantes dos gastos do aposentado e encaminhá-los ao advogado para prestação de contas. Tal prática poderá assegurar ao idoso que o dinheiro seja direcionado às suas necessidades básicas, como alimentação, vestuário, higiene e saúde. 
Contudo, o que se vê com certa regularidade é o abandono. Na luta pela sobrevivência, grande parte dos filhos se dedica às carreiras promissoras. E deixam para trás aqueles que mais torceram por eles. Precisam garantir o sustento e a realização profissional. Não há mais tempo para conversa fiada. Vá ver televisão, tiozinho! Meu Deus! O senhor emporcalhou toda a mesa de jantar! Tenho mais o que fazer! Não posso ficar limpando isso toda hora! Ai, não! Gripado de novo! Logo agora!
Sabe-se que o idoso apresenta uma série de problemas que corroboram sua fragilidade biológica. Encontra-se menos protegido contra doenças físicas e psíquicas. Sua visão mostra-se, gradativamente, comprometida. A capacidade de ouvir também. O paladar e o olfato sofrem alterações. O raciocínio apresenta-se mais lento. E a certeza da morte iminente traz quadros depressivos e angustiantes. É o momento de avaliar a própria vida, as escolhas feitas durante a travessia, os momentos em que, muitas vezes, se anulou para satisfazer a vontade alheia. Talvez o maior exemplo acerca das dificuldades de superar todos esses percalços, eu tenha encontrado na minha própria casa. 
Sou professor universitário e cuido, há cinco anos, de minha mãe. Ela chegou aos setenta anos e foi diagnosticada, ainda sem total precisão, com Alzheimer. De lá pra cá, muita coisa mudou na minha casa e, consequentemente, na minha vida. A gente mal fazia ideia de que sua “mania de limpeza”, de que o fato de lavar as mãos cinco, seis, sete vezes, revelar-se-ia mais tarde como o início de um caminho de muito sofrimento.
E a partir daquele momento, eu acompanhei uma transformação nada fácil para qualquer filho. Ela pouco a pouco se anularia, apagaria muita coisa da memória e se transformaria em uma pessoa diferente e distante. O amor permanece, mas permeado de saudade por tudo aquilo que ela havia sido. As mudanças chamam a atenção. Primeiro, o portador de Alzheimer se esquece de palavras que utilizava no cotidiano, como “leite”, “laranja”, “costura”. Os lapsos se tornam constantes. Outras vezes, trocam verbos. Aí é comum ouvi-los dizer que “comiam” um cafezinho ou “bebiam” um gostoso prato de arroz e feijão. E quando tomam consciência de que não conseguem se comunicar direito, sentem-se envergonhados, acuados, e preferem se isolar. Assim, é comum, em festas de família, vê-los correr para um canto ou outro. O silêncio parece menos doloroso. O ato de ter de interagir com o outro se torna um grande peso, um fardo muito difícil de carregar.
A escrita sofre oscilações. A leitura e os cálculos matemáticos também. E pouco a pouco são apagadas informações básicas como o nome do país onde mora, a novela preferida ou a canção que mais agradava.
Mas ainda assim, as características do que foram no passado se mantêm. Por isso é comum vê-los perguntar dos filhos, embora não mais se recordem do nome de nenhum um deles. Recebem os netinhos com um abraço forte e apertado. Fazem questão de presentear um e outro com um mimo qualquer. E vez por outra aquecem a cabeça no nosso colo e nos agradecem por não ter saído naquela noite chuvosa.
Entretanto, nem tudo é um mar de rosas. E nem um poema apaixonado. Com o passar dos anos, a dependência aumenta, a coordenação motora não é mais a mesma. Intensificam-se as dificuldades de trocar de roupa. Requer ajuda no banho. Levantam-se nas madrugadas. Atiram comida na parede. Fingem ter ingerido o remédio e o escondem debaixo da cama. Choram com medo de ir ao médico. E os cuidadores, às vezes, ficam irritados. Mostram-se hostis. Deitam-se magoados. Não com as pessoas cuidadas, mas com a vida e os rumos desconcertantes das tristes histórias que estão testemunhando e que, por mais que não queiram enxergar, sabem como terminam. Dos familiares mais espirituosos que conheço sempre garantiram que logo conseguem se recompor. Voltam, à noite, para cobrir os avós, e se reconfortam com a oportunidade de tê-los ao lado, de poder ajudá-los, de tentar fazer algo de bom – mesmo em meio a tantos tropeços e falta de informação.
E as tentativas para reverter o quadro são muitas. Aqui em casa nos dividimos e nos desdobramos para oferecer uma boa qualidade de vida pra mãe. Caminhadas, conversas diárias, estímulos para enumerar as coisas (ufa! ontem contamos até trinta!)... Vale tudo! 
Decerto muitos leitores se identificaram um pouco com isso. Sabem que, embora persista um discurso virtuoso a respeito da melhor idade, a realidade, na maioria das vezes, revela-se bastante ingrata. A rigor, é importante que o cuidador esteja sempre presente para que o idoso não seja ignorado em lojas, feiras ou consultórios. 
Possivelmente a raiz de todos esses transtornos esteja ainda no preconceito. E o preconceito, via de regra, reflete a ignorância, a concepção de que a velhice é um período infértil e improdutivo. Talvez a resposta mais apropriada para tal questão possa ser encontrada nos estudos do geriatra Luis Eugênio Garcez Leme. Para ele, a melhor forma de combate ao preconceito é o exercício sistemático do RESPEITO. Exercício esse que efetiva por meio da atenção, do trato individualizado, da capacidade de ouvir o outro e, sobretudo, de partilhar suas experiências, seus conselhos, suas histórias. Enfim, suas vidas!  


FERNANDO TEIXEIRA LUIZ é pós-doutorando em Literatura Comparada e Identidades Culturais, Doutor em Letras, Mestre em Educação, Pedagogo e colaborador do nosso blog.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

O MUNDO GRITA POR LIBERDADE DE ESCOLHAS


Por Helena Cararo

Há um grito ecoando em nossos ouvidos. Um grito de dor, de desespero, de angústia. Nossos irmãos estão morrendo sem ter ao menos uma chance de lutar. E por quê? Por preconceito, por prepotência, por hipocrisia. Aylan Kurdi de três anos nasceu ouvindo o som próprio da guerra e morreu tentando fugir para um futuro melhor. Amanheceu na praia, semelhante à um anjo dormindo, mas sem vida como uma árvore que teve suas raízes arrancadas da terra.

Esse menino sírio representa toda a humanidade que sofre a dor de um mundo que julga, que castiga e impõe regras. Homens, mulheres e crianças morrem de frio, de fome ou queimadas em baixo de pontes em grandes centros urbanos. Moram nas ruas não porque querem, mas porque não encontraram uma porta aberta diante da sociedade. Homossexuais são espancados simplesmente por assumiram o que são e porque os hipócritas do mundo dizem que é errado. Os cristãos estão sendo perseguidos por louvar o ao Deus que eles acreditam e escolheram para seguir, mas os juízes da humanidade impõem um deus e querem que todos se ajoelhem diante dele.
Os demônios soltos na terra colocam regras e crucificam aqueles que se afastam delas. Ser gordo é errado, todo gordo é feio. Afirmam que o bonito é ser magro e tantas mulheres buscam ao extremo esse padrão de beleza a ponto de ficar anoréxicas. Os mesmos padrões de beleza dizem que ter cabelo liso é mais belo, então vamos para a progressiva. Vamos ser loira e de olhos azuis, tudo resolvido com tinturas e lentes de contatos. E onde fica a autenticidade de cada ser humano, seus gostos e o livre arbítrio?

Certa vez me deparei com duas crianças negras brigando entre si, brigavam para ver quem tinha a pele mais clara. Acreditavam que o outro era negro e ele não. Por que isso? Quem disse àquelas crianças que ser negro é feio? Onde está a beleza do mundo, a simplicidade da vida, o amor ao próximo? São perguntas que o mundo esqueceu-se de questionar e que o silêncio de um corpo na praia trouxe de volta aos gritos.  

HELENA CARARO é estudante de Jornalismo e escritora (poesias). Também colabora com nosso blog.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

"SÓ A EDUCAÇÃO E A ARTE PODEM MUDAR O FUTURO DO BRASIL"


Por José Roberto Oliveira

Se eu sou contra a redução da maioridade penal? Não tenho certeza se isso seria a solução, mas não consigo dizer hoje se sou contra. Então vou mudar o rumo do meu discurso. Eu trabalho com adolescentes na faixa etária de 14 a 17 anos (às vezes, 12 ou 13 ou maiores de idade). Eu acredito em algo que vai além, eu acredito que só a EDUCAÇÃO e a ARTE podem mudar o futuro do Brasil...
E eu REALMENTE ACREDITO NISSO, caso contrário, não trabalharia com a ARTE e ADOLESCENTES! Mas a questão vai além de siglas partidárias e políticos corruptos que temos. É uma questão de MUDANÇA CULTURAL e IDEOLÓGICA. Isso tem jeito? Sim, se não acreditar nisso, eu morro. Mas não digo que é FÁCIL. E eu sou apenas 0,000000001% da mudança que pode acontecer, porém busco com afinco fazer minha parte porque ACREDITO num BRASIL ao menos um pouco MELHOR!
Obrigado a todos os professores que me inspiram dia-a-dia. Obrigado às pessoas que acreditam na MUDANÇA.
Abaixo uma pequenina amostra do trabalho feito pelos alunos de FOTOGRAFIA em Ouro Verde atendidos pelo Cras Ouroverde, onde já conseguimos enxergar mudanças significativas.
Foto: João Carvalho
Foto: Laira Mazzaro
Modelo: Kamilla Dos Saantos


JOSÉ ROBERTO OLIVEIRA é produtor de áudio visual (Zero Fotografia & Cine Zero), faz faculdade de Arte, ministra cursos de fotografia junto ao CRAS de Ouro Verde e São João do Pau D'Alho e é um colaborador do nosso blog.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

IDEOLOGIA DE GÊNERO E A FAMÍLIA

A família por ordem de natureza é a primeira célula de organização social, mais antiga que as ciências e o Direito e mais preciosa que a descoberta mais revolucionária. Passou pelas organizações matriarcais, patriarcais, pagã até o advento da Revelação onde o Cristianismo elevou o casamento a sacramento. O homem e a mulher selam a sua união sob as bênçãos do céu, transformando-se numa só entidade física e esperitual e de maneira indissolúvel. O sacramento do casamento não pode ser desfeito pelas partes, somente a morte separa a união entre um homem e uma mulher (por isso indissolúvel), simbolizada pela troca de alianças. 
Esta, portanto, trata-se de uma perspectiva Cristã da família. O “tempo”, por outro lado, foi
sentenciando evoluções para este projeto de Deus. Em 1977entrou em vigor a Lei 6.515 no Brasil, conhecida como a Lei do Divórcio, permitindo a apartação da união entre o homem e a mulher que juraram diante de Deus uma união até a morte. Tornando dissolúvel juridicamente o indissolúvel aos olhos de Deus.
Em 2013, por meio de uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) os cartórios civis Brasileiros foram obrigados a aceitar a celebração de casamentos gays. Posição ante-evangélico-Cristã.
Agora, porém, vivemos mais um ataque aos princípios Cristãos e a vontade de Deus, o “tempo” que outrora se levantou contra família hoje se levanta contra a própria natureza humana. Não é preciso ser um gênio para saber que o sistema XY de determinação de sexo é biológico, e, portanto divino.
A Ideologia de gênero, na verdade é uma ausência de gênero, onde o sexo feminino e masculino se torna uma das construções culturais e sociais do individual; em poucos miúdos o ‘cabra’ decide se é homem ou mulher.
Diante o exposto, cabe lembrar que o grande idealizador do gênero homem e mulher foi o Criador, o Grande e Verdadeiro Arquiteto do mundo, o Senhor dos Exércitos, o Autor da Vida, o Senhor da paz, o Deus absoluto, o Senhor das montanhas, a Luz da Luz, o Deus de Israel, e nada que se inicia nas mãos deste Todo Poderoso pode acabar nas mãos de uma pobre criatura.
A Lei Natural é a vontade divina já se manifestada na revelação; o Santo Padre Papa Francisco se manifestou dizendo que a Ideologia de Gênero é um “erro na mente humana” além de “Contrária aos planos de Deus”. O Bispo de Córdoba (Espanha) Dom Demétrio Fernández adverte que “a ideologia de gênero destroça a família, rompe todo o laço do homem com Deus através da sua própria natureza”. O Papa Emérito Bento XVI se pronunciou em 2012.
"De acordo com a narração bíblica da criação, pertence à essência da criatura humana ter sido criada por Deus como homem ou como mulher. Deixou de ser válido aquilo que se lê  na narração da criação: 'Ele os criou homem e mulher' (Gn 1,27). Se, porém, não há a dualidade de homem e mulher como um dado da criação, então deixa de existir também a família como realidade pré-estabelecida pela criação".
A lei natural deve  ser a diretriz dos pensamentos de um cristão, sendo mais efetiva que a Lei dos homens e mais bem guardada que as vontades humanas. Não é preciso ser um grande cristão para entender que a ideologia de gênero destroça a família e distancia o amor, fazendo-nos perder contato com nossa primeira sociedade, destruindo a sensibilidade, condenados a uma solidão de morte.
 

CAUÊ VIÚDES é aspirante ao sacerdócio. É crstão Católico Apostólico Romano e colabora com nosso blog.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

DISPENSO MODINHAS


Por Neto Salvatore

Recentemente a Suprema Corte dos EUA aprovou o casamento de pessoas do mesmo sexo. Várias personalidades americanas saudaram com clamor a decisão do governo, postaram fotos e frases elogiando Barack Obama e a Suprema Corte pela decisão.
A notícia percorreu o mundo, inclusive o Brasil, que por meio de uma ferramenta do facebook coloria a foto das pessoas cor do arco íris em ato de comemoração. Personalidades brasileiras aderiram à moda e contagiaram grande parte dos usuários. O fato é que ao estar navegando pela internet me deparei com a seguinte imagem:

"Dispenso Modinhas"...
Havia prometido que não me manifestaria sobre o assunto, mas pensei bastante e encontrei uma resposta menos agressiva.
O motivo pelo qual as pessoas mudaram a foto do perfil no facebook foi em comemoração a mudança da legislação dos EUA que só firmaram a ideia de igualdade, pois, independente de raça, cor, credo ou orientação sexual, somos a mísera mesma coisa. No caso, casais do mesmo sexo terem os mesmos direitos, perante a lei, que um casal heterossexual.
As pessoas de orientação homossexual não querem entrar de véu e grinalda na Igreja Católica Apostólica Romana ou qualquer outra crença que não aceita esse tipo de união. Querem apenas se unir com os mesmos direitos que outros casais possuem perante a Constituição do seu país. O fato de copiarem noivas e noivos entrando na Igreja são apenas para firmar a ideia de casamento (pelo menos eu acho... Por que iria me unir com a pessoa que eu amo em um lugar onde não sou bem vindo? Que diferença fará isso para mim se meu Deus se encontra ao meu lado e não apenas na Igreja?).
Existem várias ONGs, telefones e endereços para doações em prol das crianças africanas ou até mesmo de sua cidade. Basta pesquisar e contribuir para a conquista de tal proeza.
Então, se não for mudar a cor da foto do seu perfil em qualquer rede social, se não for doar para instituições que necessitam, faça somente um favor: permaneça em silêncio.

NETO SALVATORE é estudante do último ano de Comunicação Social - Jornalismo e também colabora com nosso blog.
 

 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

O BOM É INIMIGO DO ÓTIMO

Por Nilmaer Souza
Uma das características de uma democracia é o exercício do livre pensamento. Outro aspecto, e a vontade da maioria.
Ainda que eu não seja um jurista, é muito razoável considerar que a legislação evolua em comunhão com a evolução da sociedade. A sociedade (leia-se os jovens) têm evoluído e muito. Tudo é precoce! Ocorre cedo e, em contrapartida, é bem natural que assumam os ônus dos seus atos.
Sei, porém, que uma boa parcela dos jovens infratores no Brasil (criminosos) vivem à... margem da sociedade. Assim, tal como o "bom é inimigo do ótimo", até que a sociedade e as políticas públicas evoluam - que seria o ótimo -, é importante que esses jovens ( os criminosos) estejam separados dos homens de bem (o que é bom), pois o ideal não seria a punição, mas sim o evitar dos maus feitos!
Com isso, e pela primeira vez (desde que me lembro) a câmara dos deputados prestou um bom serviço à sociedade brasileira, aprovando, ainda que com alterações, a (PEC) 171/93.

NILMAER SOUZA possui graduação em Administração pela Universidade do Oeste Paulista, especialização em Administração Financeira e MBA em Finanças Corporativas e é mestre em Bioenergia pelo Centro de Ciências Exatas da UEL. É também um colaborador do nosso blog.

segunda-feira, 10 de março de 2014

ÀS VEZES SINTO VERGONHA DE SER BRASILEIRO... OUTRAS, DE SER HUMANO!

Heberson, eu sinto muito:Jornalista escreve ao inocente preso, violentado na cadeia e contaminado pela Aids

Heberson,
Nem sei como te dizer isso. Tateio pelas palavras certas há horas – elas me escapam. Claro que você já foi avisado e até leu no noticiário local, mas eu queria pedir desculpas. O governo do Estado do Amazonas questionou o valor da sua indenização. É, eles acham R$ 170 mil um valor muito alto pelos quase três anos em que você passou na cadeia, acusado de um estupro que não cometeu. Querem pechinchar pelo vírus HIV que infectou o seu corpo após os abusos sofridos atrás das grades. Seu sofrimento está “caro demais” para os cofres públicos. Como se algum dinheiro no mundo pudesse apagar o que você viveu.
Até hoje, como naquele dia em que te entrevistei, sinto minhas tripas se revirarem. Lembro de você contando que tinha 23 anos e trabalhava como ajudante de pedreiro na periferia de Manaus quando o crime aconteceu. Uma menina de nove anos, filha de vizinhos, havia sido arrastada para o quintal durante a noite e violentada. A família o acusou de tamanha brutalidade e a delegada expediu um mandado de prisão provisória para investigar o caso. Você, que não tinha antecedentes criminais. Você, que divergia completamente do retrato-falado. Você, que estava em outro lado da cidade naquele horário. Mas você é pobre, Heberson. Pobres são presas fáceis para “solucionar o caso” e atender o clamor popular. As vozes que te xingaram ainda ecoam?
“Eu morri quando me fizeram pagar pelo que não fiz”, você disse, me matando um pouco também sem saber. Em tese, por lei, você não poderia ficar mais de quatro meses aguardando julgamento na cadeia. Sua mãe, desesperada, pegou empréstimos para bancar advogados particulares. Mesmo sem comida em casa, a dor no estômago era por justiça. Não dava para contar com a escassa quantidade de defensores públicos no país (embora, depois, a doutora Ilmair Faria tenha salvo o seu destino). Enquanto ela se rebelava aqui fora, você se resignava com os constantes abusos sexuais de que era vítima. Alegar inocência sempre foi a sua única arma. De que forma lhe deram o diagnóstico de Aids?
Sabe, querido, eu gostaria de ter presenciado o parecer do juiz na audiência que demorou dois anos e sete meses para acontecer. Deve ter sido um discurso bonito. Juízes usam frases empoladas, especialmente para se desculpar em nome do Estado por um erro irreparável. Onde estava a sua cabeça no momento em que ele declarou que você estava “livre”? Porque eu me pergunto como alguém pode supor que liberta o outro de suas memórias, de suas dores, de sua desesperança, de uma doença incurável. Você continua preso. Tanto que passou anos sem conseguir emprego por causa do preconceito e perambulou pelas ruas sob o efeito de qualquer droga que anestesiasse a realidade. Livre para ser um morto-vivo.
Na sala do meu apartamento, há um troféu de direitos humanos que ganhei por trazer à tona sua história. Olho para ele e enxergo a minha impotência. E os ossos saltados da sua pele. Com vinte quilos a menos, as suas roupas parecem frouxas demais – quanto você perdeu além do peso corpóreo? Imagino se a Procuradoria Geral do Estado (PGE), que negou o pedido da sua indenização, sabe das suas constantes internações decorrentes da baixa imunidade. Será que alguém abriu a porta da sua geladeira e descobriu que, muitas vezes, você passa um dia inteiro tendo se alimentado de um único ovo? Ou será que eles se restringem a documentos e números?
Não consigo deixar de pensar que você foi estuprado de novo. Pelas canetas reluzentes de quem toma essas decisões descabidas. Você levou sete anos para ressuscitar a sua determinação e cobrar os seus direitos. Em parte, motivado pelo apoio das 23 mil pessoas que aderiram a uma campanha virtual pela sua história. Toda semana recebo mensagens de gente querendo saber sua situação, se oferecendo para pagar uma cesta básica ou dar assistência jurídica. Recentemente, um professor criou um grupo que mobilizou mais de mil cidadãos para ajudá-lo até com despesas de medicamentos. Minha última pergunta (eu, que não tenho respostas) é: O que mais nós podemos fazer por você, já que o Estado não faz?

Que o meu abraço atravesse a geografia até Manaus.
Sinto muito, querido.

Nathalia Ziemkiewicz

domingo, 3 de novembro de 2013

A REVOLUÇÃO DOS BICHOS É SÓ DOS BICHOS???

Queridos alunos do 2º termo de Comunicação Social... para vocês que estão fazendo a leitura do livro de George Orwell "A Revolução dos Bichos", segue o link de um documentário sobre a verdadeira história em que se baseou o autor do livro. O documentário se intitula "A História Soviética". Acredito que unindo a leitura com o vídeo sugerido, a fábula criada por Orwell ficará mais clara para nós.

Um abraço a todos e todas e bom filme!
 
 
 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

SERÁ QUE FUNCIONARIA AQUI NO BRASIL ???

TRADUÇÃO:
Durante os horários comerciais, os livros na faixada são 50 centavos cada, ou 5 por 2 dólares.
Quando o estabelecimento estiver fechado,  sintam-se livres para pegá-los emprestado ou comprá-los e me pagar depois.

A qualquer hora: Se você não tem dinheiro para comprar livros e precisa ou quer ler, sinta-se à vontade.
Aceitamos doações.

Para aqueles que responderam que não, não funcionaria no Brasil, para aqueles que acharam muito interessante de totalmente diferente do que já tinha visto, aqui em Presidente Prudente, conheço dois lugares (padarias) onde você pode levar livros (sob a forma de empréstimo) e devolver quando puder. Detalhe: não precisa fazer cadastro nem sequer conhecer os administradores do comércio.
 
#FICADICA 

terça-feira, 30 de abril de 2013

MÁRTIR PAGÃO

Fiquei surpreso ao ver, no início da semana, estampada na primeira página dos principais sites de notícias, a foto de um dos melhores professores que tive na faculdade, envolvido em "polêmica religiosa".
Trata-se do Padre Roberto Francisco Daniel (Pe. Beto) da Diocese de Bauru. Ele foi meu professor da disciplina de Estética no tempo em que me preparava para a licenciatura em Filosofia.
O fato é que a Diocese de Bauru divulgou em seu site oficial, nesta segunda-feira (29), nota comunicando a excomunhão do sacerdote após o mesmo ter pedido de desligamento de suas atividades sacerdotais, por conceder entrevista "polêmica" publicada na internet (assista o vídeo na íntegra).
Na entrevista, Beto fala sobre a fidelidade e o amor entre pessoas do mesmo sexo e questiona a estrutura hierárquica da Igreja Católica. Após o vídeo circular pela rede (mais de 60.000 views), a Diocese expediu pedido de retratação pública por parte do, até então padre, que se pronunciaria "confessando humildemente" a culpa por ter errado "quanto a sua intepretação e exposição da doutrina, da moral e dos bons costumes ensinados pela igreja".
Em nota, o Bispo da Diocese, Dom Caetano Ferrari, afirma que Beto "traiu o compromisso de fidelidade à Igreja a qual ele jurou servir no dia de sua ordenação sacerdotal".
Em entrevista concedida ao G1, Beto afirma estar "tranquilo por estar do lado do ser humano, do desenvolvimento e da liberdade de expressão”.
PEGOU MAL - Se era o caso para excomunhão, não convém julgarmos aqui, porém, a atitude da Igreja local chamou a atenção para o fato de que ainda não há espaço para esse tipo de discussão dentro da Igreja, enquanto possuir o discurso de retratação pública e confissão humilde de culpa por erro de interpretação da doutrina. Quando li as reportagens diretamente me reportei ao caso de Galileu Galilei que só não morreu na santa fogueira por se retratar em público... Penso que a Igreja age certa quando não se contradiz, mas fico a me perguntar: "O QUE SERÁ QUE JESUS DIRIA"...
 
ALGUMAS AFIRMAÇÕES DO EX-PADRE:
 
Seção Entre AspasSó posso dizer que dou Graças a Deus que não existe mais fogueira.
 
Se refletir é um pecado, eu sou um pecador e sempre serei. Não vou negar ser uma pessoa reflexiva e uma pessoa que pensa.
 
Acho impossível seguir o evangelho de Jesus Cristo em uma instituição que, no momento, não respeita a liberdade de reflexão e de expressão.
 
O modelo que nós temos que seguir se chama Jesus Cristo e esse modelo viveu plenamente essa liberdade e fez com que as pessoas refletissem.
 
Eu me sinto honrado em pertencer à lista de muitas pessoas humanas que foram assassinadas e queimadas vivas por pensarem e buscarem o conhecimento
 
Fui levado a uma espécie de tribunal. Não entendi. Questionei: ‘estou numa  cadeira de réus?’ Responderam que sim...
 
 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

LEGISLAÇÃO E ÉTICA - CASOS

Queridos alunos, segue o caso que comentei na aula passada, comentem levando em consideração o que já discutimos. Também o link do primeiro texto que vamos trabalhar em sala. Boa leitura!!!
 
O caso exposto, trata-se de uma postura ética (ou antiética), moral (ou imoral) ou ético-moral (ou antiético e imoral)???
Quando um fato totalmente cultural, específico de um povo deve ser considerado ético? Pensemos!!
!



A HISTÓRIA OCULTA DO MUNDO ISLÂMICO: A PEDOFILIA DO HAMAS(Mariana Leão - repórter da rede Record de Televisão)
Recebi por e-mail (Clique no link para ler o e-mail na íntegra) uma das histórias mais SÓRDIDAS de abuso infantil, torturas e sodomização do planeta, vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas, que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical. A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org. Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.
Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.
"Nós estamos felizes em dizer à América que ela não pode nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia. Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas.
As garotas na pré-puberdade (pré-puberdade?????), que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.
"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.
Noivas de 4 a 10 anos e presentes de $500
O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta e quase todas em países muçulmanos.
Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.
Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

Segue outras fotos da cerimônia




segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

UMA FÊNIX EM SANTA MARIA (OU O QUE DEVE RENASCER DAS CINZAS DE SANTA MARIA)

Fênix é uma ave da mitologia grega que, antes de morrer entrava em um estágio de auto combustão e, após algum tempo de  sua morte, renascia das próprias cinzas. As estórias míticas nos contam que a fênix é uma das aves de maior longevidade, podendo atingir um ciclo de vida de mais de 97 mil anos.
Mas não é dessa fênix que me refiro hoje, e sim daquela que pode e deve renascer das cinzas provocadas pelo incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria (RS), ocorrido na madrugada do último dia 27.
É inenarrável o sentimento que moveu muitos brasileiros voluntários no auxílio aos amigos das mais de duzentas vítimas.
O que pode renascer das cinzas de Santa Maria? Inegavelmente renasce, não só lá na cidade de Santa Maria, mas em todo lugar, no Brasil e no mundo (o caso teve repercussões internacionais): a solidariedade.
As redes sociais a todo momento era ferramenta de transmissão de novas informações, mas sobretudo, um arauto conclamando os internautas a se manifestarem por meio de mensagens de conforto, de revolta, de respeito, também, convocando e organizando passeatas e homenagens às vítimas, familiares e amigos.
O que deve renascer das cinzas de Santa Maria? Não só a discussão, mas também a responsabilização daqueles que provocaram tal desastre. Quando falo de responsabilização, penso na correta investigação e apuração do caso, que vai desde os dirigentes da boate, os músicos, os seguranças até o setor público.
Nos noticiários que acompanhei, o foco está em culpabilizar os "peixes pequenos" (os dirigentes do estabelecimento e os componentes da banda), não quero dizer que se deva isentá-los da investigação. Mas eu me pergunto: nós estamos nos referindo à legislação ou apenas bom senso? De onde saiu o alvará de licença e funcionamento deste estabelecimento? Quem emitiu laudo de segurança e incêndio? Quem fiscalizou o estabelecimento garantindo salubridade para funcionamento?
Infelizmente a vida de todas essas pessoas não vão renascer dos escombros e fumaça... Mas que renasça o desejo ardente de se fazer do Brasil um país com leis que são observadas e fiscalizadas. Que renasça o desejo ardente de lutar contra esse tal "jeitinho brasileiro" que tudo resolve em detrimento da ética e do amor ao próximo!
 
 
"ANEXÉTASTOS BÍOS OÙ BIOTÒS ANTHRÓPOI". (Sócrates - filósofo grego)
"Uma vida sem reflexão não merece ser vivida".
 

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

ROCK CONTRIBUI PARA A DIVERSIDADE CULTURAL NO OESTE PAULISTA

Secretarias de Cultura da região prudentina abrem espaço para estilo musical em eventos

Por Luciane Carvalho
Cenário do Rock na região ainda depende da opinião pública, acredita Cesinha Crepaldi


Para quem acredita que os habitantes do interior paulista só ouvem música sertaneja, pode se surpreender com a atuação do rock nos últimos meses na região de Presidente Prudente.
A parceria entre prefeituras, veículos de comunicação e entidades visa diversificar a cultura na região por meio dos eventos, como na Virada Cultural com a presença das bandas de New Metal Angra e Hangar, entre 14 e 15 de maio. No aniversário de Presidente Prudente, em 14 de setembro, os Paralamas do Sucesso animaram os moradores. Já no dia 11 de outubro, a cidade de Junqueirópolis prestigiou os Titãs na 12ª edição do Aceruva.
O locutor César Crepaldi, conhecido como Cesinha, é apresentador do programa dominical de rádio Stage Diving há 20 anos e acredita que a maior dificuldade é a opinião pública. “Nos anos 70 as rádios tocavam de tudo, não existia estigmas como recentemente. Acho que a população se multiplicou nos últimos tempos e os estilos musicais conseguiram mais espaços, mas quem dita as regras ainda são as rádios e TVs”, lastima.
Em pesquisa realizada em 23 de outubro por meio da rede social Facebook, no grupo “União do Metal”, os participantes relatam sobre os preconceitos, por vezes confundidos com marginais ou sofrerem perseguições policiais. Veja o quadro com algumas reclamações.




UM POUCO DE HISTÓRIA
Com o final da Segunda Guerra Mundial e a tensão da Guerra Fria, o movimento contracultura surgiu e se desenvolveu no final da década de 1940 e início dos anos 50, nos subúrbios dos Estados Unidos, como forma de protestos e transgressão da ordem. Por meio da mistura dos estilos musicais blues, country, jazz, folk e música clássica, o Rock atinge diversos segmentos como Metal (Melody, True, Trash, Heavy, Folk, Viking, Death, Black, Doom, White, New), Punk, Grunge, Hard, Progressivo, Glam, Gore, Splatter, além do Rock´n ´Roll clássico.
Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, Estados Unidos, com o objetivo de acabar com a fome na Etiópia. As apresentações foram transmitidas pela BBC, British Broadcasting Corporation, para diversos países, de modo a alertar o mundo sobre o problema. A partir do evento, a data ficou conhecida como o Dia Mundial do Rock.

LUCIANE CÂNDIDO CARVALHO é aluna do 6º termo de Jornalismo da FAPEPE, é estagiária da sucursal de Presidente Prudente do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). Também colabora com postagem neste Blog.

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