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segunda-feira, 11 de junho de 2018

NA-MORADA



Por Reinaldo Cruz

“Pós-modernidade” (Maffesoli, 2003), “modernidade líquida” (Bauman, 2001), “hipermodernidade” (Lipovetsky, 2004) são termos utilizados pelos analistas sociais para se referirem aos tempos atuais. Muito embora guardem em si diferenças conceituais convergem em apontar que vivemos a decadência da época moderna marcada, sobretudo, pela estabilidade, pela perenidade e assimetria das relações e instituições, pelo conhecimento concentrado e por uma economia de produção. Em contrapartida, com o colapso desses valores emerge uma organização sócio-econômica-cultural em que há uma aceleração do tempo, o alargamento de espaço e um nomadismo humano sem precedentes, economia de consumo, que promovem uma extrema dificuldade de vinculações prolongadas (Justo, 2005). A sociedade, como há de se esperar, transformou-se ao longo dos anos, tornando-se cada vez mais comuns relações humanas efêmeras em todas as suas esferas, desde relações de trabalho até os relacionamentos afetivos. (Bauman 2003; Justo, 2005; Zanetti, 2012).
O reposicionamento do feminino, os métodos contraceptivos, a ascensão da legalidade dos divórcios, a amplitude das configurações familiares e dos relacionamentos amorosos atuais foram importantes acontecimentos com seu auge em meados do século XX e trouxeram significativas e positivas mudanças sociais, tal como a possibilidade da emergência de outras e diversas condições desejantes (há pertinência em ressaltar a possibilidade das mulheres assumirem seu lugar de sujeitos com desejo, para além da condição de mãe e dona de casa a que eram relegadas, e também à expressão das orientações sexuais fora dos padrões hegemônicos) além de permitirem a passagem paradigmática do “Amor romântico” com seus relacionamentos duradouros, mas idealizados e nem sempre pautados no afeto e sim nos “bons costumes” tradicionalistas, para o “amor confluente”, de relações pautadas na satisfação e no prazer particular dos sujeitos. No entanto, prevalecem atualmente relacionamentos fluidos marcados pela fragilidade dos laços e velocidade das ligações e dos desligamentos dessas relações.
De acordo com Justo (2005), paira no ar uma instantaneidade que não contempla possibilidades de frustração, ou seja, tudo é imediato e nenhum desejo ou necessidade precisa ser postergado. Há uma disponibilidade psicológica para o descarte, a efemeridade e o imediatismo, “trata-se, portanto, de um mundo que não favorece a aproximação entre as pessoas, a criação de vínculos duradouros, a associatividade e a grupalização (Justo, 2005, p.70), em que “a distância não é mais obstáculo para se entrar em contato – mas entrar em contato não é obstáculo para se permanecer à parte.” (BAUMAN, 2003, p.82). 
O psicanalista contemporâneo Joel Birman (2000), postula que, atualmente, o destino dos desejos pode assumir uma direção que é autocentrada e marcada pelo exibicionismo, em que reafirma-se uma cultura de narcisismo e a sociedade do espetáculo. O horizonte intersubjetivo dos sujeitos pode estar, então, esvaziado e desinvestido das trocas inter-humanas. Ainda de acordo com o autor, os sujeitos são regulados por uma performatividade lançada em direção à sedução do outro, este, por sua vez, como um objeto predatório para o gozo e enaltecimento de si. Diante de tal contexto os relacionamentos se tornam descartáveis, os outros e a relação com eles tendem ao esvaziamento. 
Mas essa não seria uma leitura bastante sombria e talvez um pouco inadequada para propor logo no dia 12 de junho, quando no Brasil comemoramos o “Dia dos namorados”?
Sim. Talvez. Não.
- Sim, porque de fato, embora pertinente, revela características atuais que podem não ser de tanta estima e, principalmente, porque os apaixonados podem não se interessar por uma prosa como essa logo no dia de hoje. 
- Talvez, pois, é uma provocação importante tanto para quem celebra esse dia sozinho, quanto para quem está em um relacionamento amoroso, tal como para quem pensa em encerrar ou iniciar uma relação tão logo.
- E não, uma vez que, para além das justificativas anteriores, abre-se a possibilidade de se pensar os namoros nos dias atuais como relações de resistência. Em tempos de “gadinhos”, “crush’s” e do demodê “ficantes”, a experiência do namoro está contracorrente, já não bastasse a difícil convivência com a diferença que as relações impõe, uma vez que: se a fluidez é resistência ao tradicionalismo das instituições modernas, por outro, levado ao seu extremo, como pode se ver, a inclinação a vinculação pode ser resistência à lógica de relações de essência capitalística de consumo.
Nos vínculos, e no caso específico que tratamos aqui: no namoro, há um convite para permanência, para o abrigo, é chamar o outro para estar na-morada, onde habitam as diferenças, as desidealizações, o sofrimento inerente às paixões, mas que pode oferecer também hospitalidade ao sentimento tão fundamental, como alertava Freud (1914): O AMOR.
Nos relacionamentos amorosos há possibilidade de recordar, tal como propõe Galeano (2016) – “Recordar: Do latim re-cordis, voltar a passar pelo coração” - as experiências de fundação do Eu, as tramas inconscientes que alicerçam a estruturação subjetiva de cada sujeito. Como propõe poeticamente Rubem Alves, a pessoa amada é metáfora de tempos primitivos, e na gênese do amor está o reflexo da memória afetiva que o amante vê no rosto da amada. Por todas essas recordações, essa bela nostalgia, nos namoros fazem-se presentes também as inseguranças, angústias, incertezas. É uma morada que mesmo acolhedora, confortante, maternal e nutritiva, por essas mesmas característica, pode por vezes ser intranquila, uma vez que contempla a insegurança da finitude, as frustrações e limites inexoráveis ao encontro com alguém diferente. 
Apresenta – se inicialmente uma sensação de completude semelhante ao aconchego materno: a sensação de ser tudo para alguém. Condição da ordem do impossível, por isso passageira. Tão logo defrontamo-nos com a realidade que convoca nossa condição de sujeitos da falta, a frutuosa condição desejante, de sujeitos incompletos e insatisfeitos com essa incompletude. (Lacan, 1999).
Em outras palavras, embora um sentimento maravilhoso, no amor, alimento dos namoros, não hão de ser só flores, entretanto bem como alerta Freud (1914): “devemos começar a amar a fim de não adoecermos, e estamos destinados a cair doentes se, em conseqüência da frustração, formos incapazes de amar.” (FREUD, 1914, p. 92)
Mas e quando termina? Não obstante, obriga-se então a ressalva de que, mesmo quando um relacionamento se encerra, há que permanecer o amor, o amor de si sobretudo. Por conseguinte, a importância de se estabelecer relacionamentos não tóxicos, aqueles em que a singularidade dos amantes é respeitada (Eiguer, 2013) a fim de que haja como consequência relações não de consumo, mas de produção, de potencialização.
Sejam os namoros, conjugalidades, as relações que recusam nomeações, há uma inexorável constatação: o amor é ainda combustível para toda vivência humana. A causuística psicanalítica encontra como maior justificativa da encomenda de tratamentos os sofrimentos originados nos relacionamentos de amor ou de desamor, e comprova tal aforisma (Gomes, 2007; Lins, 2013). Afinal, alegre ou triste, já dizia Adélia Prado, amor é tudo que queremos.
Em palavras finais, fica a lembrança à legitimidade de todas as expressões de amor, a valorização à diversidade e o desejo e estima de que tenhas um feliz dia dos (as) namorados (as) e também de que um dia possas, quem sabe, afortunado, repetir Vinícius nessas palavras

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure. 

(Vinícius de Moraes, 2009, p. 116)

Referências
BAUMAN, Z. Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2001.
______. Amor Liquido: Sobre a fragilidade dos laços humanos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003.
BIRMAN, J. Mal-estar na atualidade: a psicanálise e as novas formas de subjetivação. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
EIGUER, A. Nunca Eu sem Ti. Lisboa: Parsifal, 2013.
FREUD, S. (1914). Sobre o narcisismo: uma introdução. In: FREUD, S. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. v. 14. Rio de Janeiro: Imago, 1990, p. 83-119.
GALEANO, E. O livro dos abraços. Porto Alegre – L&PM, 2016.
GOMES, I.C. Uma clínica específica com casais: Contribuições teóricas e técnicas. São Paulo: Escuta/Fapesp, 2007.
JUSTO, J. S. O “ficar” na adolescência e paradigmas de relacionamento amoroso na contemporaneidade. Revista do Departamento de Psicologia – UFF, 2005, v. 17, n. 1, p. 61-77.
LACAN, Jacques. (1957-1958). Livro 5: As formações do inconsciente. Rio de Janeiro, Zahar, 1999.
LINS, R. N. O Livro do Amor, Volume 2: Do Iluminismo à Atualidade), São Paulo: Best Seller, 2012.
LIPOVETSKY, G. Os tempos hipermodernos. São Paulo: Barcarolla, 2004.
AFFESOLI, M. Representação e complexidade / Candido Mendes (org.);
Enrique Larreta (ed.). – Rio de Janeiro: Garamond, 2003.


Reinaldo Pereira da Cruz – Praticante da Psicanálise; Psicólogo Clínico (Unesp-Assis); Mestrando em Psicologia e Sociedade (Unesp-Assis); Agregado ao Núcleo de Psicanálise de Marília e Região - NPMR; Participante do Serviço de Orientação e Encaminhamento – SOE.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

terça-feira, 9 de maio de 2017

MAIS UM PARA A COLEÇÃO

Por Amanda Manequini

A impunidade corrói a democracia e deixa um rastro de insegurança na sociedade. A concessão de habeas corpus, dada ao goleiro Bruno Fernandes, acusado no assassinato de Eliza Samudio, virou alvo do debate sobre a funcionalidade da democracia brasileira.

Tecnicamente falando, o regime semiaberto, ao qual ele está submetido atualmente, está preceituado na legislação. Contudo, se levarmos em conta que o tempo para progressão de seu julgamento foi exaurido, percebemos quão desamparada está a justiça. Mesmo com todo o holofote midiático voltado para o envolvimento do ex-goleiro do Flamengo no crime, o Estado não conseguiu apresentar uma decisão num tempo razoável.

A polêmica soltura foi assinada pelo ministro do STF, Marco Aurélio Mello, que assinou também a liberação de Suzane Von Richthofen (condenada por matar os pais), o que contribuiu mais ainda na discussão. 
Além de uma justiça eficiente, esperava-se que o time, que atualmente está contratando o goleiro, se mostrasse preocupado com sua situação docondenado. Enquanto isso, a família da ex-modelo, observou a declaração do novo goleiro do Boa Esporte. Nela, Bruno disse friamente que uma prisão perpétua não traria a vítima de volta. 
Resta à sociedade mostrar seu inconformismo, e ao Estado, o papel de estimular a denúncia de casos de violência física e psicológica contra a mulher, para que não surjam casos parecidos. A proporção que o fato tomou deveria servir de estímulo e não como mais um exemplo de impunidade para nossa coleção.

AMANDA MANEQUINI é estudante da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Cooperativo de Presidente Prudente e também colaboradora do nosso Blog.

segunda-feira, 20 de março de 2017

POBRE


Hoje nasce meu filho.
Mas antes de vocês conhecerem o Murilo. Precisam me conhecer.
Então vou contar um pedacinho da minha história adulta. Só um pedacinho pra não tomar muito seu tempo.
Ano: 2001.
Chuva de balas do auge da guerra CV x ADA.
Eu, 17 para 18 anos. Preto, favelado, pobre. Raivoso feito um cão magro de rua. Teimoso, teimoso e teimoso.
Segundo grau completo em escola pública com um ano de antecedência, mas claro, nunca passaria num vestibular pra faculdade pública.
Sem dinheiro, sem emprego.
Duas saídas: escolha fácil, o tráfico de drogas! Direto, rápido, poder batendo na porta. Dinheiro sobrando pra esbanjar. Tava ali, era só querer. 
Ou escolha difícil: projeto social do Governo do Estado para jovens de comunidades carentes. Ser Aux. de Serviços Gerais. Literalmente: faxineiro de órgão público.
Escolha difícil: virei faxineiro do hospital da Polícia Militar.
Enfermaria A. Varria, limpava e lavava todo o corredor, banheiros e todos os apts. No refeitório, só era permitido almoçar por último. Não iam misturar os faxineiros com os enfermeiros, médicos e policiais, né? Sabe o que acontecia? Nunca sobrava carnes. A gente tinha que comer ovo, todos os dias. Ovo frito.
Quer ouvir uma coisa triste? Eu achava que estava bom. Que era suficiente. Era o que eu merecia. Tinha um salário. Consegui comprar um tênis legal. Ajudava minha mãe nas contas de casa. Estava ótimo.
Aí… a polícia invadiu minha casa.
Seja inocente, trabalhador, honesto. Foda-se.
A regra quem faz não é você. Sua mãe no chão, seu sobrinho no chão, tiro de fuzil na sua porta.
De novo, escolha fácil: tráfico, vingança, chapa quente, guerra contras aqueles filhos da puta.
Escolha difícil: consguir um trabalho, ganhar mais e sair do morro.
Claro, escolha difícil: fui juntar dinheiro pra entrar na faculdade. Mãe foi fazer mais e mais plantões pra ajudar a pagar.
Comprei um guia do estudante, li tudo. Teimoso, quis fazer Publicidade.
Me disseram: pobre publicitário? Hahahaha…
Quis ser redator. Me dei conta: aos 22, só tinha lido 3 livros em toda a vida. Hahahahah.
6 meses de faculdade. Não consigo mais pagar.
Escolha fácil: desiste moleque.
Escolhe difícil: desiste moleque.
Ok, sem escolhas.
Mas não dizem que sempre tem escolha?
Dizem… hahahahahahah…
Sou teimoso, se é o que eles querem eu não faço.
Bora ser preto, suspeito na rua, dura da polícia toda semana, segurança de loja mandando abrir a mochila, porta de banco travando.
Mas vão se fuder que vou vencer honesto.
Meritocracia é a puta que pariu.
Oportunidade pra todos é a puta que pariu.
Não existe, chapa, tudo utopia.
Mas pobre não tem nada a perder. “Se você não tem saída, vença!” Foi o que eu fiz.
Fim do primeiro ato.
2016.
Eu, 33 anos. Preto, casa de dois andares, carro. Viagem pra NY. Redator de uma das maiores agências de publicidade do mundo. Leão em Cannes. Em print. Categoria foda. Mais de 200 livros lidos. Tatuaram uma frase minha na pele. Projeto humano com mais de 1500 kits mensais para moradores de rua. Construí uma casa pra minha mãe.
E hoje, vejo nas timelines que só se entra no crime porque quer.
Que a oportunidade está aí. Que é só querer.
Que é só se esforçar. Que meritocracia funciona.
Que bolsa família faz o pobre não trabalhar.
Que ajuda do governo deixa pobre mal acostumado.
Que a polícia tem que invadir a favela e dar tiro.
Com toda serenidade e conhecimento que aprendi ao longo desse tempo, lhes digo: vão tomar no meio dos seus cu!
EU SOU O CARA DA FAXINA, rapaz.
Esse aí que tirou seu lixo hoje.
E esse país só vai melhorar quando você achar certo que que eu divida a mesa do trabalho com você. Que eu frequente o mesmo shopping, faça a mesma viagem, tenha o mesmo carro que você, vá a mesma faculdade que seu filho.
Quando você me der bom dia de verdade e não automático. E agradecer que eu limpei seu café derramado no chão. E ver que eu tenho nome.
Que eu sou gente.
Que eu tenho sonhos.
Que eu fiz escolhas difíceis pra caralho pra ser um faxineiro.
Que eu não quero comer ovo, porra.
Que eu não quero ser parado na rua porque sou preto.
Ser olhado feio porque sou pobre.
Antes de falar de preto, de pobre de favelado. Saibam: todos esses sou eu.
E te digo: viver no morro é uma merda. Ser pobre é uma bosta.
Porque escrevi tudo isso?
Porque hoje nasce o meu filho.
E, afinal, não era justo vocês conhecerem meu filho, se a maioria nem conhece direito o Felipe.
Mas hoje vocês vão poder saber porque eu vou olhar nos olhos dele com a certeza de que não arredei o pé da honestidade.
Não fiz concessões. Não dei um passo atrás. Não falsifiquei 1 porra de carteirinha de estudante sequer.
E fiz tudo isso só pra ele saber que é possível.
Só pra poder contar pra ele que é foda pra caralho, mas é possível.
E tudo isso feito só com motivos.
E que hoje, ele vai me dar uma razão.

Fonte: https://catracalivre.com.br/geral/urbanidade/indicacao/texto-de-publicitario-sobre-pobreza-viraliza/


FELIPE SILVA publicitário, é um dos autores de uma campanha da Natura sobre a beleza real da África. Título "Viva sua beleza, Viva".

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

SUGESTÃO DE FILME

Esta semana, ao preparar um bate-papo com os alunos de Enfermagem que vão prestar a prova do ENADE, e meus alunos do Ensino Médio que vão prestar o ENEM, conversamos sobre consumo e consumismo. De toda a reflexão que fizemos, gostaria de deixar (abaixo) algumas sugestões de filmes e documentários que possam ajudá-los a refletir sobre o tema e pensar sobre nossa postura em sociedade.
BOM DIVERTIMENTO!

A HISTÓRIA DAS COISAS
A História das coisas - De maneira simples, a animação conta a verdadeira história da produção, uso e descarte dos bens que consumimos.

SUPER SIZE ME: A DIETA DO PALHAÇO
O divertido e informativo documentário, conta a história de um aventureiro que decide, por 30 dias, só se alimentar de McDonald's. No decorrer do documentário, especialistas da área da saúde vão fornecendo dados que preocupam os países desenvolvidos: a obesidade, por exemplo. Vale a pena assistir.

CRIANÇA: A ALMA DO NEGÓCIO
O documentários produzido pelo Instituto ALANA, trata de um assunto muito importante para a nossa sociedade: o consumo voltado ao público infantil. Será que a criança é influenciada a comprar? Como a criança pode se defender de propagandas abusivas? A criança já é vista como um consumidor? Como funciona a regulação da propaganda voltada a este público? Esta e outras questões são discutidas neste documentário.


TARJA BRANCA

Brincadeira é coisa séria e não é só assunto de criança. É fazer o que se gosta, valorizar o prazer pessoal, colorir os dias. Vivemos em busca da felicidade, mas será que estamos procurando no lugar certo? Com José Simão, Antonio Nóbrega, Wandi Doratiotto e outras personalidades.


Resolvi (re)postar um vídeo que está circulando pelas redes sociais. O que será que aconteceria se juntássemos num mesmo lugar um filósofo, um ateu, um pastor protestante, um agnóstico e um católico, para discutirem sobre fé e religião?
Muitos entre nós aderem à ideia de que RELIGIÃO, futebol e política não se discutem... Seria talvez por medo de descobrir algo de suas convicções que não faz sentido? Ou por medo de se deparar com uma realidade dura e cruel? Ou ainda por medo de enfrentar suas próprias sombras do passado? Acontece que o Prof. e Filósofo Luiz Pondé neste vídeo, faz exatamente isso. Vamos ver o resultado?

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