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domingo, 14 de agosto de 2011

A IMPOSSIBILIDADE DE HOMENAGEAR UM PAI


"Quando nasci meu pai era um ser que me aplaudia a cada último avanço. Quando me ia fazendo maior era uma figura que me ensinava a diferença entre o mau e o bem. Durante minha adolescência era a autoridade que me punha limites aos desejos e impulsos. Agora que sou adulto é o maior conselheiro e amigo que tenho".
Por tê-lo tão presente em minha vida, agradeço pela sua existência e total dedicação a mim e a meus irmãos... Obrigado pai!

E a todos os papais coruja, babão, chato, chicletão, tradicional, moderninho... um FELIZ DIA DOS PAIS!!!

Ana nasceu em 2008 e trouxe ainda mais luz e alegria para mim e minha esposa. Depois dela, entendi que  toda tentativa de homenagear um pai não chega sequer ao alcance da maior homenagem da vida: a própria paternidade.
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