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domingo, 28 de fevereiro de 2010

AGRADECIMENTOS



Gostaria de agradecer a Professora de Metodologia Científica, Marina Alvarenga, da Universidade Braz Cubas em Mogi das Cruzes, por indicar aos seus alunos (em especial a aluna Tatiane Cristina Grilli - que me procurou) o blog e alguns dos artigos de minha produção.
Aproveito a deixa para colocar o blog e todo o seu conteúdo à inteira disposição de alunos e professores. Este espaço é democrático!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

SOLITÁRIO E SOLIDÁRIO


Meus caros...
No link abaixo vocês poderão encontrar um belíssimo artigo sobre a solidão e a necessidade de ser coletivo que faz parte da natureza do homem. O presente artigo, intitulado SOLITÁRIO E SOLIDÁRIO, de autoria do amigo Fernando Batistuzo, tratará, justamente deste antagonismo (posição defendida pelo autor), isto é, a impossibilidade de ser solidário quando se é solitário. 




Leia o resumo do artigo:



Expressão comum, utilizada e ouvida desde os primeiros anos da graduação, sobretudo em Filosofia e Sociologia do Direito, é a de ser o homem um “ser gregário”.por natureza, ou seja, que não vive só.
Por detrás da referida expressão, que comumente é desacompanhada de maiores e aprofundadas explanações, situa-se o fenômeno do inter-relacionamento humano, ocorrente pelas mais diversas razões, as quais levam o ser humano a deixar sua individualidade para tornar-se um ser social, um ser gregário.
Apoiado em dois artigos com pautas diversas, o presente trabalho propõe-se brevemente a uni-los, intentando demonstrar até mesmo que o objeto de estudo em um deles é condição para a existência do objeto do outro.
Assim, tentar-se-á demonstrar que o ser solitário não pode – e aqui já se destaca - pelo menos ativamente, ser solidário.

Abraços a todos e boa leitura!



FERNANDO BATISTUZO é graduado em Direito pela Instituição Toledo de Ensino - ITE, Especialista em Direito Civil e em Direito Processual Civil e Mestrando em Direito Constitucional pela mesma instituição. É professor de Direito do Trabalho na Toledo de Presidente Prudente(SP); de Direito Constitucional e Direito Processual Civil na UNIESP de Presidente Epitácio(SP); Professor em Cursos Preparatórios para Concursos Públicos; Advogado.








quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

PROJETO DE LEI OBRIGA FILHOS DE POLÍTICOS A ESTUDAREM EM ESCOLA PÚBLICA




Esse é um dos projetos de lei para a educação que eu gostaria de ver na prática!!!
Pois é caros amigos. O Senador Cristovam Buarque (PDT-DF), é o "dono" desta maravilhosa ideia. O Projeto de Lei nº 480/07, em tramite no Senado, defende a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos (vereador, prefeito,deputado etc) sejam obrigados a matricular os filhos em escola pública.
Digo que esta é uma ideia maravilhosa porque as consequências só poderiam ser as melhores. Já pensaram senhores, os filhos do Prefeito, do Governador, do Excelentíssimo Presidente da República sentados "à meia bochecha" porque as carteiras da escola só têm metade do acento, ou comendo a merenda escolar feita sob milagre, pois se gasta menos de R$2,00 por aluno? Já pensaram?
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil, não é mesmo? 

(Click no link para ver o projeto na íntegra)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A VOZ DO POETA



É a mais pura verdade...
Abraços a todos.


FELICIDADE REALISTA
(Por Mário Quintana)



A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor.. não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo.
Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.
Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

DEUS É MESMO BRASILEIRO???



Ultimamente os meios de comunicação de massa, sobretudo a televisão, têm dado grande ênfase aos desastres causados pela “fúria da natureza” em diversas cidades do Brasil. Engraçado, há pouco tempo tínhamos a impressão de que problemas como terremotos, furacões, tempestades estavam bem distantes de nosso país. Falávamos: “Deus é brasileiro”... O que aconteceu? Deus resolveu escolher outro lugar para morar? Acho que não é bem assim...
A discussão que quero fazer com vocês é outra. Na verdade trata-se mais de uma provocação aos nossos conceitos “bem-formados” e acomodados. É também uma crítica ao modo como temos assumido uma visão passiva ao receber informações dos meios de comunicação quando o assunto é desastre da natureza.O meio ambiente é, sem dúvida, um dos assuntos mencionados com grande expressividade nos últimos anos, pelos meios de comunicação, sobretudo no que diz respeito aos problemas de ordem natural ou antrópico – como o superaquecimento global, os furacões e tornados, as chuvas e os alagamentos, os desmatamentos, a desertificação de regiões inteiras, a perda da biodiversidade, a depleção da camada de ozônio, o efeito estufa, a crise da água potável, a cultura consumista, a produção de enormes quantidades de lixo, biopirataria, falta de planejamento urbano, descaso político e tantos outros complicadores.
Da mesma forma, não são raras as vezes em que ao ser noticiadas tais catástrofes, evidencia como grande vilã a fúria da natureza. Mas e o homem? Qual o seu papel diante do cenário ambiental atual? Seria muita ingenuidade acreditar nessa premissa, uma vez que o homem faz parte da natureza, é natureza e com ela interage.
É necessário, antes de tudo, entender o papel da humanidade diante do seu meio, isto é, entender como se dão as relações humanas (de ordem econômica, política, cultural, normativa e outras) com o meio ambiente em que vive.
Dentre todos os problemas que foram referidos acima, nenhum é tão preocupante quanto a falta de envolvimento da população e dos líderes políticos com vistas a erradicá-los. Será que a natureza tem que levar a culpa pelas inúmeras casas submersas ou arrastadas pela lama, pelas águas das enchentes? Será que a natureza é culpada pelas encostas e barrancos deslizarem arrastando tudo o que encontra pela frente? Ora, até quando vamos ficar pondo a culpa na natureza e deixando de chamar a responsabilidade para nós?
Onde estão os prefeitos e planejadores da cidade que não percebem por onde a cidade está crescendo? Onde foi que se formaram os engenheiros e arquitetos que não sabem o óbvio - que construir em fundo de vale e encosta, além de proibido é risco de vida? Cadê nosso compromisso enquanto cidadão que participa das decisões importantes do nosso município e cobra os seus governantes?
Devemos pensar: a quem beneficia ficar apenas lamentando o número de mortos e de casas arrasadas e colocando a natureza como a madrasta má dessas trágicas histórias? Qué é lamentável as mortes e a perda dos bens materiais conquistados, muitas vezes com grandes esforço, isso é fato. O que estou dizendo é que a culpa não é da natureza; ela é natural. O máximo que pode acontecer é ela devolver as agressões que recebe dos seres "racionais" que povoam o planeta!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

ONDE MORA O PAPAI NOEL?



Final de ano, festas, Natal, Ano Novo... que época boa não é mesmo!
Das poucas lembranças que tenho da minha infância a respeito dessa época, a imagem que fica latente em minha mente é a da unidade da família. O povo reunia por dias na casa da vó. Ali revíamos os parentes que há muito não víamos, conversávamos, (nós, os primos, brincávamos e mais nada).
Lembro-me do "forró" no quintal noite adentro... isso pra não falar da comilança! Tinha toda uma magia em torno do final de ano (que demorava um ano inteiro pra chegar).
Era gostoso receber cartão dos tios de longe e colocar na árvore de natal...
Pois é! Alegria mesmo era esperar o Bom Velhinho, pegar no sono e acordar no outro dia decepcionado de não tê-lo visto, mas contente com o presente - que nem sempre (no meu caso, nunca) era o que havíamos pedido.
É caros amigos, os tempos mudaram! Longe de mim tecer um discurso saudosista sobre as festas de final de ano, porém, não dá para não notar as transformações a que nossa sociedade vem sendo submetida.
Os dias, hoje em dia, têm passado mais rápido. Será que as horas estão com defeito? Acho que não...
Nossa percepção do tempo e das atividades diárias mudaram radicalmente.
Da mesma forma, mudaram também nossas posturas diante das relações sociais e convivência familiar. E o final de ano não passou incólume à essas tranformações.
Vejam que engraçado. Fui brincar de amigo secreto numa confraternização e, antes, correu uma lista de "qual presente você quer ganhar?" (acabei ganhando o presente que pedi...). Achei meio sem magia, sem encantamento. É como se eu comprasse o meu próprio presente e a surpresa fosse apenas a cor e quem me tirou.
Antes fazíamos um "junta panela" na ceia, hoje, "buffet de Natal".
Parei mesmo para refletir sobre esta fase que estamos passando quando minha filha (um ano e sete meses) me respondeu com seu pouco vocabulário onde mora o Papai Noel: "No shop papi, no shop".
Fica, a partir dessas lembranças, um convite a todos a relembrar os momentos vivenciados nos Natais passados e reavaliar os valores que estamos criando e seguindo agora. Por que não aproveitar a oportunidade para voltarmos às nossas raízes? À nossa família?
Não devemos querer voltar no tempo, pois como falei, os tempos são outros, contudo se faz necessário repensar o presente com base no passado para que possamos criar um futuro menos traumático, mais acertivo...
Quem sabe assim, podemos melhor acomodar o Papai Noel entre tantas lojas e escadas rolantes!

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