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segunda-feira, 24 de maio de 2010

UNI-DU-NI-TÊ... O ABORTO E O MAL-ESTAR SOCIAL


Caros amigos e alunos, abaixo encontra-se um artigo sobre a discussão polêmica do aborto, produzido por um aluno do curso de Direito da Uniesp de Presidente Prudente, Bruno Lima. Prestigiem e comentem.
Abraços a todos.



ABORTO: Tema de Grande Discussão


Por Bruno Lima / 1° termo D de Direito (Pres. Prudente)

Nessa semana foi levantado pela Professora de Leitura e Produção de Texto, Roseli Arboleya com todos os primeiro termos de Direito da UNIESP / Presidente Prudente o tema sobre o “aborto”. Segundo alguns amigos, houve muita discussão sobre o assunto, pois é assunto muito polêmico (muitos são a favor, outros contra e outros não têm uma opinião sobre).
O Aborto no Brasil é considerado crime perante o ordenamento Jurídico especificamente do art. 124 ao art. 128 do Código Penal, pois o Brasil visa principalmente sancionar todos os crimes contra a vida, e como segundo os costumes que dizem que no momento da fecundação já existe vida, e esses costumes são de influência do Cristianismo, que por sua vez é predominante no país, influencia as opiniões formuladas contra o aborto. Não que as pessoas que são a favor ao aborto não são religiosas ou são ateus, pelo contrario, segundo bate-papos que fiz sobre o assunto, o favorecimento sobre o aborto é conseqüência na análise do fato, pois existem pessoas que por um descuido acaba gerando uma vida, mas não têm condições de sustentá-la.
Pessoalmente acho que, o aborto sim é errado e foge dos costumes e tenho a convicção que ninguém tem o direito de tirar a vida de outrem exceto Deus, mas creio que não devemos nos alienar perante todos os costumes do Cristianismo, existe um ditado que “cada caso é um caso”, e é a mais pura verdade, pois se pararmos e analisemos:
“Um casal que passando por muitas dificuldades financeiras e por um descuido numa relação sexual a mulher acaba engravidando.”
De fato eles teriam que se prevenir, mas todos nós sabemos que mesmo se prevenindo pode acontecer.
Assim como disse minha cara amiga Elizangela Pyl, nós não nos conformamos com pessoas que realizam o aborto contra a vontade da mãe, pois é abominável saber que uma mãe perdeu seu filho contra sua vontade por conta de um não-desejo do outrem, não podemos nos esquecer que é difícil sustentar uma criança em meio a muita necessidade, mas uma mãe que deseja ter um bebê com todo o seu instinto materno moverão céus e terras para garantir o melhor possível para a criança.
Mesmo tendo essa visão contra o aborto, sou obrigado a me colocar no lugar de uma pessoa que tem uma gravidez indesejada, por mais que seja complicado se colocar no lugar de uma pessoa nesse estado, mas se eu estivesse no lugar de uma pessoa preocupada com a gravidez indesejada não saberia o que iria fazer, mas tenho a absoluta convicção que pensaria no aborto, pois sei que é muito complicado criar e educar uma criança. Sei que se não quisesse a gravidez teria que ter pensado antes, mas é do ser humano agir na emoção não visando às consequências dos atos.
Criar uma criança exige uma grande responsabilidade, onde é necessário dispor de um tempo para dar atenção, educação, carinho e muito amor e não fazer como pais irresponsáveis que quando seus filhos estão no período que é necessário de toda essa atenção, educação, carinho e muito amor deixam seus filhos para o mundo criar, onde essas crianças só aprendem o que é desnecessário para sua formação de caráter, acarretando entrada na criminalidade formando todas as estatísticas de criminalidade no país.
Portanto, concordo com que a legislação quando ela visa condenar o ato do aborto, mesmo que em alguns casos possam ser necessários, como em caso de estupro, permitido a prática do aborto acarretara varias interpretações contrarias não levando em conta o verdadeiro teor do estado de necessidade, pois antes que a norma venha exercer sua característica de coerção para que as pessoas não pratique o delito, do que deixar uma norma facultativa onde as pessoas interpretem e pratiquem de forma errada.

terça-feira, 11 de maio de 2010

IV SEMANA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - por Flávia Arenales

(da esquerda para a direita: Prof. Júlio C. Gonçalves, 
Prof. Rogério Potinatti, a jornalista da TV TEM Nilessa Tait e o Prof. André Barbosa)




A UNIESP de Presidente Prudente promoveu de 4 a 7 de maio, a IV Semana de Comunicação Social com o tema “Comunicação na Internet”. A abertura oficial ocorreu na terça-feira, no auditório da Faculdade.
Lucas Catanho, editor-chefe do jornal Bom Dia Marília debateu, no primeiro dia do evento, o tema: “O cotidiano no jornalismo Impresso e a Rede BOM DIA de Jornais”.
Em 5/05, o publicitário Raul Audi abordou as “Novas Tecnologias da Comunicação – Os Desafios e a influência no mercado regional”.
Na quinta-feira, foi apresentada a videoconferência Brasil/Moçambique sobre Mídias Sociais com Rubens Ponciano às 20 horas e, na sequência, a jornalista Andréia Fuzinelli debateu Jornalismo Online.
Em 7 de maio aconteceram, simultaneamente, nas salas de aula, mini-cursos com os temas Oficina de Criação, com o publicitário da DM9DDB, Bruno Salgueiro; Telejornalismo, com a jornalista da Globo Bauru, Nilessa Tait, Rádioweb, com Paulo Brito da PB.com - Comunicação e Marketing; Foto Still, ministrado pelo fotógrafo Luis Fernando Martinez e Realidade Aumentada proferido pela Webdesigner Renata Barbieri.
A Semana de Comunicação contou também com a realização do I concurso de oradores da Fapepe. Organizado pela docente Danielli Morini, o evento selecionou as quatro melhores duplas para serem os mestres de cerimônia. "Este concurso surpreendeu a todos porque descobrimos diversos talentos. Em cada noite, uma dupla apresentou ao público presente as atrações e palestras da IV Semana".
Segundo a coordenadora de Publicidade e Propaganda, Lílian Gualda, o tema da Semana é atual e muito relevante. “As novas tecnologias revolucionaram a vida das pessoas e, consequentemente, o mercado de trabalho de jornalistas e publicitários. Durante a semana, profissionais de renome debaterão as novidades e melhores estratégias para sobressair-se na Internet”.
O evento é voltado principalmente a alunos do curso de Comunicação Social, entretanto esteve aberto para toda a comunidade.












quinta-feira, 6 de maio de 2010

FELIZ ANIVERSÁRIO!!!


Neste mês de Maio, o blog completa seu primeiro ano de vida!!!
Nesse primeiro ano discutimos diversos assuntos que permeiam a vida humana em sociedade, de situações simples e rotineiras a conflitos que chocam a humanidade.
Em comemoração, segue abaixo o link das mais acessadas e polêmicas postagens.
Obrigado a todos pela participação.

É culpa das mulheres - Líder religioso culpa mulheres pelos terremotos
Quem é a família de hoje? - Como está configurado o modelo de família na atualidade
De quem é mesmo a culpa? - Fala do advogado de defesa do caso "Nardoni" responsabiliza mídia e sociedade
Onde mora o papai Noel? - Crônica sobre o consumismo no final de ano
Deus é mesmo brasileiro? - Crítica à forma como a mídia noticia as catástrofes "naturais (?)"
Menino ou menina? - Criança é educada sem saber se é menino ou menina
Boi sonso - Adolescente faz crônica com o Hino Nacional e ganha concurso sobre Meio Ambiente
Fumo neles - Aprovação da Lei Antifumo
Ciência X Sociologia - Existe uma "rixa" entre Religião e Ciência?
O futuro começa agora - As novas tecnologias no dia a dia do ser humano

sábado, 24 de abril de 2010

A ESCOLHA DE SOFIA


Duas situações me fizeram pensar e repensar algumas coisas esta semana...Um aluno do colégio (2ª série), na aula de Sociologia (sobre sistemas políticos), me fez uma pergunta à queima-roupa: "Em quem o senhor vota para presidente nesta eleição?" - Não sei! respondi.Esta situação me intrigou porque sempre levantei a bandeira da aula como ambiente político, ou seja, sempre acreditei (e ainda acredito) que o espaço da sala de aula, bem como a postura do próprio professor, não deve nunca ser neutra (como se isso fosse possível), mas sim espaço para criar consciência e incentivar a participação política em detrimento da indiferença.
Não digo que o professor tem que ser partidário em suas aulas, transformando-as em showmício, entretanto acredito que seria impossível dar aulas, principalmente, de História, Filosofia e Sociologia de modo imparcial.
O que mais me intrigou foi que às portas da eleição, ainda não tinha definido o meu candidato. E o pior está por vir... continuo sem saber em quem votar, pelas poucas possibilidades que temos para esta eleição.
Então recebi um e-mail que me fez lembrar de uma história real e comovente. Trata-se da escolha de Sofia.
Sofia foi uma mãe judia presenciando os conflitos e as dores de viver num período dominado pelo terror que foi o nazismo (especificamente o campo de concentração nazista de Auschwitz).
Sofia foi forçada por um soldado alemão a optar pela vida do filho ou da filha, qual seria executado e qual seria poupado. Caso recusasse escolher, os dois seriam mortos. Ela escolhe o menino, que é mais forte e tem mais chances de sobreviver, porém nunca mais tem notícias dele. 
A decisão é tão terrível que o título se converteu em sinônimo de decisão quase impossível de ser tomada.
Meus caros, diante das eleições deste ano, atrevo-me a tomar tal história emprestada para ilustrar minha  angústia neste momento!



Leia artigo de Rodrigo Constantino sobre a dúvida nesta eleição (inspiração para esta postagem).

quarta-feira, 21 de abril de 2010

"A CULPA É DAS MULHERES!!!"


O líder religioso iraniano Hojatoleslam Kazem Sedighi, em um discurso a respeito dos tremores de terra naquela região, disse: "Muitas mulheres que não se vestem de forma modesta levam os homens jovens ao mau caminho, corrompem a sua castidade e espalham o adultério pela sociedade. Isso, consequentemente, faz aumentar o número de terremotos".
O líder religioso fez tal afirmação porque as mulheres de sua nação estão ficando "muito ousadas", já estão trajando roupas que mostram a canela... que absurdo!
A localização do Irã, geograficamente, é mais predisposta à ocorrência de fenômenos naturais como os abalos sísmicos e, também, sabemos que uma das causas dos terremotos, dentre tantas, é o movimento das placas tectônicas (não precisa ser geógrafo ou cientista para chegar a esta conclusão).  
Sedighi sugere ainda que, para evitar mais morte e soterramentos, "não há outra solução senão tomar refúgio na religião e adaptar nossas vidas ao código de moralidade do Islã".
Não quero fazer o papel de advogado do diabo, porém não consegui deixar de lado esta notícia quando a ouvi. Não sou totalmente contra as religiões, de modo geral, nem de suas formas de manifestação de fé, mas daí a ter que ouvir coisas desse tipo... 
Onde fica o respeito pela criatura, pelo ser humano? Que deus será este que inspira regras e condutas como estas?
Apesar da minha surpresa diante dessa notícia, descobri que não foi a primeira vez que algo parecido aconteceu.  O Pastor Pat Robertson atribuiu o terremoto do Haiti a um pacto feito pela nação com o diabo. 
É pra acabar!!!

terça-feira, 13 de abril de 2010

NOVO CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA MÉDICA*


Hoje é um dia especial para a comunidade médica e também para a população brasileira em geral. Passa a vigorar hoje, terça-feira (13/04/2010) o novo Código de Ética Médica. 
Se levarmos em conta que por ética entende-se ser o "norte" da nossa conduta pessoal diante do coletivo, visando sempre o bem comum, então poderemos perceber a importância deste novo código. 
Enquanto em nossas ações diárias nos perguntamos antes de agir: "Como devo agir diante do outro", o código coloca esse "outro" (o paciente, o ser humano) como o centro dos cuidados médicos.
Entre as novas mudanças, ressalta-se a elogiada pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, (que chamou de "vanguardismo"), quando o código sugere que os médicos abandonem terapias inúteis no caso de pacientes terminais e prefiram tratamentos paliativos para amenizar o sofrimento daqueles que não têm mais cura. "O código é vanguardista ao dizer que não há mais porque tentar prolongar com terapias inúteis (a vida de pacientes terminais) trazendo dores e sofrimento a eles. Nós somos médicos, não somos deuses", afirmou Temporão.
Outra novidade é a possibilidade do testamento vital. Qualquer pessoa poderá registrar em cartório documento apontando as pessoas que podem decidir sobre questões vitais que o concernem, caso esteja inconsciente. O futuro paciente poderá registrar quais procedimentos autoriza.
Outra inovação: os médicos terão que declarar conflito de interesse quando convidados a fazer propaganda de medicamentos. E, no caso de reprodução assistida, o médico não poderá escolher o sexo do bebê. As penas vão da advertência à abertura de processo para cassação do registro profissional.
*Postagem extraída do periódico O GLOBO.

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